
Uma ação criminosa contra a Igreja Matriz de Piripiri terminou com a prisão imediata do autor na manhã desta segunda-feira (26). O suspeito invadiu o templo religioso no centro da cidade, mas cometeu um descuido determinante para o desfecho do caso: deixou para trás a tornozeleira eletrônica que utilizava, entregando sua identidade diretamente às forças de segurança.
A abordagem e a prisão foram coordenadas por equipes da Força Tática e do setor de inteligência do 12º Batalhão da Polícia Militar (12º BPM), poucas horas após o arrombamento.
A constatação da invasão ocorreu no início do expediente matinal na Avenida Tomaz Rebelo, endereço onde fica situada a matriz do município:
Arrombamento por janela: Para conseguir acesso ao interior da igreja, o homem quebrou os vitrais de uma das janelas da estrutura religiosa, abrindo passagem para subtrair pertences.
Equipamento esquecido: Durante a inspeção técnica realizada no templo pelos policiais militares, foi localizada uma tornozeleira eletrônica descartada no chão, dispositivo comumente imposto pela Justiça a indivíduos que cumprem medidas cautelares ou respondem a processos penais.
A presença do dispositivo eletrônico na cena do crime encurtou o trabalho de investigação. Em integração com a central de monitoramento do sistema prisional, o setor de inteligência do batalhão cruzou o número de série do aparelho com os registros oficiais, obtendo de imediato o nome e o endereço do usuário.
De posse das informações cadastrais, as viaturas deslocaram-se até a residência do suspeito. Ele foi localizado, rendido e conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Piripiri, onde o flagrante foi formalizado e as medidas legais cabíveis foram instauradas.
Até o momento, os órgãos de segurança não divulgaram a lista nem o valor dos objetos furtados do interior do templo, assim como não detalharam os antecedentes criminais que motivavam o uso da tornozeleira pelo investigado.
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